sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Bons motivos para o atraso das postagens.


Mergulho nas piscinas naturais de Pirangi


Passeio de buggy no Litoral Norte



Vista da Ponte de Todos


Pajé Julian, do alto de seu tronco, zelando por seus mirins.
("Não, não quero sentar nessa água. Tô bem de pé. Não posso ficar de pé?")


Bina e Gisele Bündchen

Depois de várias palestras, mimimi, whiskas sachê, jantares caros, boteco com a cúpula, piscinas naturais do Orquidea Condominium (by afrodescendente), anão bêbado, passeio de buggy, fantasmas do passado, muitas compras, aerobunda, Bina e Gisele, bar aquático, apresentação de pôsteres, moídas mineiras (o Careca se deu bem hein), comer lagosta a beira da maior cachoeira do RN, perda dos Cullitys, e mais um monte de coisas que a gente não lembra agora, estamos beeem cansados.
Colocamos aqui uma prévia das fotos tirados, em breve haverá mais, e vídeos também!
Mas as férias a viagem acadêmica ainda não acabou. Amanhã vamos conhecer a praia de Pipa, a praia brasileira mais conhecida internacionalmente.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Acabou a mamata

Mini Flashback: Ficamos tão embasbacados com a imponência da Casa do Divino Inimigo do Cão, também conhecido por Jesus É O Senhor E Tá Falado, que não encontramos adjetivos suficientes para descrevê-lo.

(Essa foto não é de nossa autoria.)

Aceitamos todos os cartões de crédito e débito. Amém.

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Enfim chega o momento de acabarmos com esse revoltante ócio e fazer aquilo ao qual nos propusemos. Viva a VII Escola Brasileira de Magnetismo!
6h30 da manhã a turminha estavam a postos ansiosos para o primeiro mini-curso. O qual cabulamos. No hotel do congresso reencontramos amigos queridos dos Pampas e do Leste Europeu. Por um erro grotesco de seu produtor, o Sheldon, que deveria visitar um evento de séries nerds ultrafamosas, acabou aparecendo no nosso evento. Ã~eiiiiiiiiimmmm®

Sheldon com o representante do Leste Europeu

Não podíamos novamente matar aula. Nos acomodamos na sala de convenções para assistir transparências sobre nanopartículas e a cura do câncer magnético. Muitas patentes depois, foi nos apresentada a tinta de caneta mágica que, além de escrever em 10 línguas diferentes de cabeça para baixo, é capaz de identificar papéis queimados. A legítima tinta fênix, a qual ressurge das cinzas.
Em seguida fomos almoçar. Seguimos uma indicação para um restaurante a beira mar. No more comments. Não queremos lembrar.
Na volta, na tentativa de animar o grupo, paramos em um buteco onde fomos indagados sobre a localização em Porto Alegre do lago Paranuá. Compramos deliciosos sorvetes dos quais um escapuliu da mão do afrodescendente rumo ao chão na tentativa de pilhar a leprosa. Aparentemente funcionou. Mesmo com o gosto de suco de tamarindo sujeira, o sorvete caseiro de morango se mostrou genial de tão diliça.
O ponto "alto" das palestras estava por vir. Após a palestra de Jack Johnson, subiu ao palco o mundialmente conhecido Pereirinha Maria, vestindo seus tradicionais trajes fashion. Após um problema com a energia que alimentava seu microfone, nosso estimado professor teve de usar um microfone com fio. "Vou me enroscar com isso aqui, TCHÊ!". Palmas para o Gugu, que tem o "sangue farrapo nas veias".
O outro palestrante fechou o primeiro dia de evento.

Mais uma vez nos perdemos, rumo ao shopping, enquanto o turista ficou em casa estudando. Ao turista e ao afrodescendente fora oferecida "massa". Entenda-se maconha. Na frente do hotel.

2º dia do evento: lá vamos nós!

Obs.: não temos fotos de hoje. E as fotos do passeio em Pirangi ainda não chegaram =T

domingo, 4 de outubro de 2009

Frase do dia

"Se fosse feio mijar no mar, Deus não deixaria a gente entrar na água com vontade de fazer xixi."





Para referência principal aos leigos:  Deus da Termodinâmica (e sósia do Woody Allen): H. B. Callen

Eu não vim SÓ pro evento.

6h30 da manhã (que parece 14h aqui em Natal), a turminha do barulho se preparava para o que viria a ser a experiência mais proveitosa até então. Nadar entre animais marinhos.
Pegamos o caranga envenenado (que devemos foto) e seguimos em direção aos Pampas. Chegando na paradisíaca praia de Pirangi, logo após molestarmos o maior cajueiro do mundo, encontramos o Émerson, volante de contenção, promoter do Marina Badauê e fotógrafo, nos ajudou a estacionar o carro por alguns trocados. Compramos nosso passaporte ao paraíso e aguardamos tempo suficiente para um nordestino reconhecer no nosso grupo o, até então não-referido, "turista" como não-potiguar, apenas ele. Lembrando que o quadrado mnemônico (segundo H. B. Callen) é formado pelos: turista, afrodescendente, leprosa e meliante do Sarandi. Além disso, ele teve a petulência de dizer: "Em Porto Alegre chuveu pedra? Dá pra ver que vocês estão com a cabeça amassada". Aquele cabeça chata!
Pois foi nadando entre os peixes, que a meliante quase foi atacada por Cthulhu. E quase teve seu braço arrancado pelas arrecifes-ultracortantes-ginsu(ligando-agora-você-recebe-totalmente-grátis-um-lindo-par-de-meias-vivarina-que-podem-ser-atravessadas-por-uma-bala-sem-desfiar). Ela ainda carrega no que restou de seu corpo marcas dessa batalha tragédica.

*Atualização! A palavra "tragédica®" é uma invenção de um colega nosso de grande densidade capilar.*

A meliante do Sarandi parecia não estar com sorte. Fora sequestrada via celular.
Nossa colega leprosa se sentiu tão relaxada entre os peixes, que seu esfíncter também o fez, exalando gases tóxicos que borbulharam nas claras águas de Pirangi.

(No próximo episódio de LAM Adventures serão divulgadas imagens exclusivas, chocantes e reveladoras desta triste jornada).

Atravessamos a cidade procurando paredes de 14m de espessura, o Forte dos Reis Magos. Nossa turminha se inflitrou no grupo de turistas da Ana Clara, o qual foi repassado para a responsabilidade de Josimar Golimar do Nordeste. Por ele descobrimos que os portugueses de priscas eras eram baixos, bebiam água salobra e cagavam do alto. Destacou-se entre a multidão o afrodescendente, escoteiro, do Sul tchê, por sua imensa coragem. Ele parou ao lado de uma escada, enquanto Golimar do Nordeste repetia: "mimimi, trabalho voluntário, mimimi, whiskas sachê, mimimi, gorjeta".
Depois de uma breve visita ao Midway Mall, pretendíamos rumar de volta a nosso oásis. Estávamos seguros e confiantes, pois a leprosa-GPS-meorientopelosol garantiu que jamais de perderia. Obviamente nos perdemos. Pior, nas Quintas da Zona Norte. É, achamos que a lepra atingiu seu senso se direção.
Já exaustos, nossos desbravadores de terras novas tiveram de enfrentar a última tragédica batalha de hoje. Ao pedirem esclarecimentos para o atirador de elite/ex-designer/revolucionário-riograndense-obsessivo-compulsivo-erradicado-no-outro-Rio-Grande nossos soldados se depararam com sua própria ignorância sobre a terra natal. Um deles ainda teve de enfrentar demônios passados sobre a sua origem.

Fotos do dia:

Píer do Marina Badauê


Cúpula. Ode ao Amor. Bruto.


O corajoso.


 Merda acontece


O turista não-potiguar e o homem eleito 5x o mais bonito do mundo.


Ponte de Todos

Só faltava o Tamarindo...

Vocês, fiéis seguidores do Blog do LAM, devem estar se roendo de curiosidade em saber qual foi o final de nossa aventura ainda não-completamente relatada.

Após cruzarmos "a Ponte de Todos" diversas vezes resolvemos pedir informações ao o que parecia ser um guarda de trânsito, pois queríamos visitar o Mercado Municipal de Natal. O Jaiminho (nome fictício dado ao referido guarda) nos explicou que o Mercado cuja tapioca procurávamos, funciona das 5h às 10h da manhã. Apenas. (wtf?)
Para evitar a fadiga ele nos aconselhou a alimentarmo-nos no Mercado Municipal de Artesanato. Lá encontramos, além de tapiocas de diversos sabores, sucos de frutas que só aqui não são exóticas. Pedimos 4 sucos, 75% deles foi escolhido aleatoriamente. Seriguela, cajá e tamarindo (que é de tamarindo, parece merda e tem gosto de asfalto, vide foto abaixo).

Escalafodético.
Outro fato memorável, genial, assaz sensacional, segundo H. B. Callen (que continua na Redenção), foi o posicionamento diametralmente oposto da lua cheia em relação ao sol. A primeira nos proporcionou um flashback teledramatúrgico brasileiro.
Terminou o dia.

sábado, 3 de outubro de 2009

Cajueiro e quebra-molas

Após nosso excelente almoço regado a suco de cupuaçu, pegamos o possante e seguimos o rumo às praias do sul. Quebra-molas constantes atrapalharam nosso trajeto, mas de forma alguma diminuíram nosso entusiasmo. Afinal estávamos em busca do Kid Bengala do nordeste, o maior e mais ramificado tronco de cajueiro-alienígena-mutante-ninja-esférico-e-no-vácuo ever. Se o Rambo é um exército de um homem só, este cajueiro é uma floresta de uma árvore só. Imaginem, amiguinhos, uma árvore que cobre uma área de 8.500m². O bicho é bruto.
Mas a jornada é longa, e antes de alcançar nosso  destino paramos na Praia do Cotovelo. Não era grande coisa.
 


Claro que nada nessa vida é de graça, pagamos 1,50 reais para ver a árvore, isso pq tinha desconto para estudante. Mas foi uma verba bem investida, pois o Hugo, nosso guia e tb o funcionário do mês, contou um pouco da história da plantinha gigante.



(o braço não é um galho do cajueiro.)

Com o cajueiro visitado seguimos viagem. Sempre em direção aos pampas. Acabamos parando em um lugar aleatório, em cima de um morro-não-do-otoniel.



 Já passavam das 16h. O sol estava se pondo. Hora de correr. Seguimos a direção norte de nossa bússola com tristeza em nossos corações mirins, pois estávamos a nos afastar de nossa amada terra. Nossa orientação tinha como objetivo comer a goma recheada que os locais denominam tapioca.
Como todo bom turista, paramos em locais turísticos e astronomicamente estratégicos. Primeiramente pleiteamos uma visita à Base Aeroespacial Barreira do Inferno.


 
Conhecemos em nosso caminho o orgulho de Natal. O ABC Futebol Clube. O mais querido de Natal, evidentemente série B. É um clube simpático que revelou craques como Wallyson. Que tal cooperar em sua carreira?



(vire a cabeça)
Logo acima, é possível ver a residência d'"O Mais Querido".
(continuará o post quando tivermos mais paciência e idéias.)

O Sol e a Rosca

Respondendo a dúvida do post anterior.

Não, não queima.

Mas fede.

O nosso (pequeno e GRANDE) Oásis na vila.




 

Não dá vontade de voltar pra POA.

Duvida do momento: Cagar carne de sol queima a rosca?

Praia, quase-multa e vizinhança do barulho.

Hoje nos demos ao trabalho de divulgar ciência na praia de Ponta Negra.
Antes de sair, descobrimos que os carregadores de pilha queimam quando ligados em tensão de 220V.
Divulgamos nosso empreendimentos. Nike, Adidas e Puma:




Após algumas horas e muitos badulaques, decidimos ir ao Shopping que fecha ao meio-dia. No trajeto, quase fomos abordados pela polícia turística. Medo. Sofríamos ao pensar que no carro haviam dois pessoas suspeitas. Um afrodescendente e uma moradora da bocada do Alemão He-Man. Mas foi só para que sua viatura nos ultrapassasse.
O trajeto de volta ao nosso oásis na vila é perturbador. As imagens postadas falam por si mesmas.





 Nessas horas apelamos a Deus.

Mais alguns badulaques, carnes-de-sol e camarões depois, cá estamos.
Sem criatividade para mais.

Revisão de princípios.

Estamos revendo nossos princípios. É impressionante o poder do sol aqui. Desde 6h tem gente acordada em nossa residência.
É estranho, pois sempre imaginamos que acordar cedo na praia é coisa de vô. Nesta cidade o sol impera das 5 as 17h. Amanhece muito cedo. Escurece mais cedo ainda.

Só quero postar que acordamos cedo na praia.

Obs.: Uma de de nossas colegas de quarto crê que adquiriu lepra. Sua perna está com sintomas hanseníase aguda. Ela não sente nada. Acabamos de enfiar um espeto em seu pé direito. Ela não reagiu. Muito parecido com Adam Sandler em "A Herança de Mr. Deeds".

Hora de salgar o corpo e ouvir Prog-Forró e Forró-Metal (headbang pra garotiho juvenil).

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Altas horas, ceva e física (Post na loucura do ácido)

Depois de algumas horas e cervejas discutindo mecânica quântica e, creiam, clássica. E termo (C. Schneider), venho aqui postar frase da semana: "Mecânica clássica só funciona se eu acredito no Hamiltoniano", citada pelo cidadão de maior concentração de melanina.
Ainda estamos aqui discutindo a concentração de energia nas tapiocas e sua possibilidade de aplicação no frescobol.
Neste momento acabo de aprender que frescobol ajuda na prevenção de celulites (endurece a bunda).
{\doidãodoacido_mode:ON} Mas, voltando aos hamiltonianos e afins, certas conclusões foram concluídas
{\doidãodoacido_mode:OFF}:
1- O conceito de equações da trajetória de Hamilton é análogo às integrais de "Fáimân", segundo H. B. Callen. Justifique sua reposta;
2- Os atiradores de elite crêem que físicos produzem vacinas, fazem engenharia e deveriam ganhar em mesma quantidade de dinheiro ao fim de cada mês que os jogadores de futebol (Ronaldo), segundo H. B. Callen. Justifique sua resposta.
3- Uma batida da porta do banheiro indica que a síndica virá a nos xingar. Segundo H. B. Callen. Justifique sua reposta.
4- Neste momento, todos nos sentimos H. B. Callen.

Iremos amanhã conhecer Pirangi e suas colegas da ala sul da capital. Segundo H. B. Callen. Postatemos nossas peripécias no decorrer do tempo.

Detalhe: Compramos hoje 36 latas de Skol com fé de que estas restariam até o fim dos tempos (big crunch). Malditas sejam as glândulas dependentes de álcool em nossos organismos, estas nos fazem beber todas as 36 hoje. Entre 4 pesssoas. Cansadas. Pretendendo acordar cedo amanhã. Para conhecer o mundo do NE.

Frase do momento:"Eu sou louca por música. E por flauta transversal. E o Callen toca baixo na Redenção. Mas o que ele gosta é de anal."

MALDITAS SEJAM AS PISCINAS NATURAIS DE PIRANGI, TENDO EM VISTA QUE SEI LÁ!

Mesmo assim, as piscinas de Pirangi obedecem o problema fundamental da termodinâmica de H. B. Callen.

Perdoe-nos pelo post. Estamos todos bêbados.



Estado posterior às cevas:


Cartão Postal



Cá em Natal ficamos maravilhados com a bela paisagem natural em estilo cubista. Aproveitamos para agradecer em nome de nosso colega R.R.R.R.R. Goianiel da Cunha pela singela homenagem.
Nosso hotel se localiza ao lado desta bizarra imagem litorânea. Assustando-nos diariamente.
Para mais informações acesse Morro do Otoniel.

O LAM também é culura (ou melhor, nanocultura).

Bolicho dos gaudérios no outro Rio Grande

De todos os hotéis/pousadas/albergues/casa de pescador/puteiros/etc desta turística cidade, conseguimos escolher aquela que é administrada por conterrâneos dos Pampas. Um atirador de elite/ex-designer de moda e sua super ex-top model (dizem eles...). Descobrimos que em Natal a geração de novos hominídeos é uma atividade rentável (a saber, 2.8kreais por rebento). Uma ótima idéia para nosso colega afrodescendente procriador...
[\vourodarnoENEM_mode:ON] Em Natal, 82,5% dos estudantes são analfabetos, apesar de conhecermos uma modelo internacional e um atirador de elite. [\vourodarnoENEM_mode:OFF]

Para os interessados, amanhã vamos visitar o Litoral Sul. De Natal/RN ao Cassino/RS. Se der tempo.

Dando início aos trabalhos...

Sexta-feira, 02 de Outubro de 2009

7h da manhã

 Acontece o encontro da trupe do LAM para criar grandes confusões em Natal/RN.
O letreiro do Aeroporto Internacional Salgado Filho apresenta 29 voos confirmados e o nosso, confirmado para atrasar, no mínimo, 30 min. Obviamente, atrasou 1h.
É preciso elogiar o sistema de segurança do supracitado aeroporto. Sem pestanejar, barrou a cidadã cuja residência localiza-se na Zona Norte de Porto Alegre (Sarandi). Aparentemente ela carregava líquidos explosivos na bagagem. Infelizmente o sistema não é tão eficaz, um cidadão de cor conseguiu burlá-lo no voo com destino à São Paulo.
Após liberado o transporte de explosivos líquidos, a nossa turma (get along gang, get along gang) embarcou.
Logo após acomodarem-se em suas poltronas (que existiam), foram abordados estupidamente por uma senhora de procedência cisplatina dizendo "Puedem hablar devagarito. Minha cabeça, hum." 
Após um cookie lazarento cedido pela empresa aérea cujo nome fantasia refere-se ao objetivo principal de uma partida de futebol, desembarcamos atrasados para fazer a conexão São Paulo-Natal.

11h da manhã
No voo em direção à Natal, qual não é a surpresa de 3 dos nossos 4 amiguinhos ao descobrir que as poltronas escolhidas não estavam lá. Foram substituídas por um banheiro. Após breve conversa com a aeromoça, foram realocadas nas 50 poltronas que restaram.
No final do voo, descobrimos que o piloto não era ninguém mais, ninguém menos que o milenar professor-de-todos C. Schneider, que queria que citassemos tal qual H B Callen, o problema fundamental da Termodinâmica, para realizar os procedimentos de aterrisagem do aeroplano.

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Em breve, postaremos mais sobre nossas aventuras nesta cidade muito louca.