sábado, 3 de outubro de 2009

Cajueiro e quebra-molas

Após nosso excelente almoço regado a suco de cupuaçu, pegamos o possante e seguimos o rumo às praias do sul. Quebra-molas constantes atrapalharam nosso trajeto, mas de forma alguma diminuíram nosso entusiasmo. Afinal estávamos em busca do Kid Bengala do nordeste, o maior e mais ramificado tronco de cajueiro-alienígena-mutante-ninja-esférico-e-no-vácuo ever. Se o Rambo é um exército de um homem só, este cajueiro é uma floresta de uma árvore só. Imaginem, amiguinhos, uma árvore que cobre uma área de 8.500m². O bicho é bruto.
Mas a jornada é longa, e antes de alcançar nosso  destino paramos na Praia do Cotovelo. Não era grande coisa.
 


Claro que nada nessa vida é de graça, pagamos 1,50 reais para ver a árvore, isso pq tinha desconto para estudante. Mas foi uma verba bem investida, pois o Hugo, nosso guia e tb o funcionário do mês, contou um pouco da história da plantinha gigante.



(o braço não é um galho do cajueiro.)

Com o cajueiro visitado seguimos viagem. Sempre em direção aos pampas. Acabamos parando em um lugar aleatório, em cima de um morro-não-do-otoniel.



 Já passavam das 16h. O sol estava se pondo. Hora de correr. Seguimos a direção norte de nossa bússola com tristeza em nossos corações mirins, pois estávamos a nos afastar de nossa amada terra. Nossa orientação tinha como objetivo comer a goma recheada que os locais denominam tapioca.
Como todo bom turista, paramos em locais turísticos e astronomicamente estratégicos. Primeiramente pleiteamos uma visita à Base Aeroespacial Barreira do Inferno.


 
Conhecemos em nosso caminho o orgulho de Natal. O ABC Futebol Clube. O mais querido de Natal, evidentemente série B. É um clube simpático que revelou craques como Wallyson. Que tal cooperar em sua carreira?



(vire a cabeça)
Logo acima, é possível ver a residência d'"O Mais Querido".
(continuará o post quando tivermos mais paciência e idéias.)

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